Vejo com interesse e curiosidade a política de estatização do presidente boliviano Evo Morales e do seu padrinho venezuelano Hugo Chávez. Interesse, porque, com o mundo (o terceiro, principalmente) já mergulhado no tsunami neoliberal do início dos anos 90 é, no mínimo, intrigante ver uma voz (ou duas?) ir contra a corrente. E, curiosidade, devido a tentativa suicida de nacionalização do gás em um país onde a economia é ditada pela Petrobrás. A empresa imperialista brasileira (quem diria, hein?) dá à Bolívia 18% de seu PIB.
A América do Sul vive uma nova fase. Hugo Chávez, Evo Morales, Michele Bachelet são algumas das personalidades que contribuirão para que a América do Sul seja vista daqui pra frente como uma área politicamente divergente. Devido ao fato de grande parte dos seus presidentes terem sido influenciados por ideologias políticas que vão contra os interesses capitalistas disfarçados de investimento e desenvolvimento no continente.
O Mercosul vai virar uma piada e Bolívar vai ter seu nome apagado dos livros de história.
0 Comments:
Postar um comentário
<< Home